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Projetos internacionais, interdisciplinares e inovadores

Fazer um intercâmbio, conhecer o mundo a aprender muito durante a viagem. Esse é o sonho de muitos dos alunos da Universidade La Salle que, entre outras iniciativas, contam semestralmente com bolsas institucionais para realizá-lo. Você já pensou que estudantes mundo afora sonham em vir para o Brasil? Para Canoas, especialmente.

Os estudantes franceses e peruanos que passaram pela Universidade em 2018 tiveram um ano intenso de atividades interdisciplinares com os colegas brasileiros. Projetos inovadores surgiram da diversidade de idiomas, ideias e necessidades.  No final da mobilidade acadêmica foram desafiados a apresentarem os resultados.

Você está pensando que o maior desafio deles foi apresentar em Português? Esquece. Aliénore Marguerite Célestine Joannic mostrou na sua apresentação que já se vira muito bem no novo idioma e que foi além disso: está saindo do Brasil tendo desenvolvido a patente de um produto que poderá ser usado em qualquer lugar do globo.

Juntamente com Jeanne Annette Mary Chedru e Gwendoline Geneviève Bernadette Leguennec, desenvolveram um sistema de medição digital de permeabilidade de solos. O equipamento instrumentaliza a análise de solo sem a necessidade do monitoramento de um profissional durante o processo para calcular e anotar os resultados. Ele já faz isso e informa tudo via bluetooth ou wifi. “O Jeanne Annette Mary Chedru terá impacto aqui, na França e em todo o mundo. Ele possibilita resultados mais precisos e rápidos, facilitando o trabalho dos profissionais”, declarou. O projeto foi orientado pelos professores de Engenharias Alexandre Knop e Charles Rech, com a parceria dos acadêmicos brasileiros Felipe Skorek, Diego Quadros e Simone Venturini.

Também teve apresentação com sotaque da língua espanhola. A peruana Amelia Kimberly Mandez Perez perdeu o fôlego ao relatar suas participações em projetos e tudo o que aprendeu. De acordo com ela, além das lições acadêmicas, as trocas e vivências sociais agregaram muito em todos os âmbitos: “Minha primeira impressão, ao chegar na Universidade, foi de que as pessoas eram muito receptivas. Hoje reforço isso. Estudo Psicologia e acho que isso é fundamental no processo de sermos mais acolhedores profissionalmente e enquanto pessoas”.

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